Fonoaudióloga infantil em Salvador
Avaliação e terapia de fala, linguagem e comunicação para crianças de 0 a 12 anos. Consultório em Patamares, atendimento individual e a família dentro do processo — não do lado de fora da porta.
Você conta os meses. Conta as palavras. E ouve que “cada criança tem seu tempo”. Tem mesmo — só que o cérebro que aprende a falar tem janela, e ela não espera a próxima consulta de rotina.
Sinais que pedem uma avaliação
Nenhum item isolado fecha diagnóstico. Mas quando um deles se repete na idade em que já deveria ter passado, a avaliação responde em uma sessão o que a espera leva meses para responder.
- Não responde ao próprio nome por volta dos 12 meses
- Não balbucia, não aponta, não imita gestos
- Aos 18 meses ainda sem palavras com sentido
- Aos 2 anos não junta duas palavras (“quer água”)
- Dificuldade na mamada, na mordida ou para aceitar novas texturas
- Só a família entende o que a criança fala
- Troca, apaga ou inverte sons das palavras
- Vocabulário pequeno para a idade
- Prefere apontar e puxar a mão a pedir com palavras
- Fica de boca aberta, ronca ou baba fora do esperado
- Erros de fala que já deveriam ter desaparecido
- Repetições e travamentos que persistem há mais de 6 meses
- Não consegue contar o que aconteceu na escola em ordem
- Não entende ordens com duas etapas
- Rouquidão frequente sem gripe
- Lê devagar, soletrando, e não retém o que leu
- Troca letras na escrita muito depois da alfabetização
- Queixa recorrente da escola sobre atenção e linguagem
- Evita ler em voz alta ou falar em público
- Respiração pela boca, sono agitado, cansaço diurno
“Ele é menino, menino fala mais tarde.” Essa frase já custou anos de terapia a muita criança. Meninos aparecem com mais frequência nas estatísticas de alteração de linguagem — o que é motivo para observar mais de perto, não para esperar mais tempo.
O que é tratado no consultório
Atraso de fala e linguagem
A criança entende, mas não fala. Ou fala pouco, tarde e com frases curtas para a idade.
Trocas de sons
“Tasa” por casa, “bicicreta” por bicicleta. Desvios fonológicos e articulatórios que a escola já apontou.
Gagueira infantil
Repetições, bloqueios e a fuga da fala. Quanto mais cedo, menos a criança carrega isso para a vida adulta.
Motricidade orofacial
Respiração pela boca, mastigação, deglutição atípica e a interface com ortodontia e otorrino.
Leitura e escrita
Consciência fonológica, fluência de leitura e a queixa escolar que ninguém consegue nomear.
Comunicação no TEA e atrasos globais
Intenção comunicativa, funcionalidade e trabalho articulado com a equipe que já acompanha a criança.
Do primeiro contato ao plano na sua mão
Sem pacote fechado antes de saber o que a criança tem. A avaliação vem primeiro.
Conversa inicial
Por WhatsApp, direto com a Kenia. Você conta a queixa e ouve se é caso de fonoaudiologia — ou de outro profissional.
Avaliação
Sessão de anamnese e testes com a criança. Histórico, escola, alimentação, sono e o que os pais já tentaram.
Devolutiva por escrito
O que foi encontrado, o que precisa de terapia, a frequência sugerida e o prazo de reavaliação. Em linguagem que dá para explicar em casa.
Terapia e família
Sessões individuais com objetivo definido, orientação para casa e contato com a escola quando faz diferença no resultado.
Kenia Dourado
Fonoaudióloga, CRFa 4-8438. Soteropolitana, atende crianças de 0 a 12 anos em Patamares, Salvador.
Quem chega ao consultório costuma vir depois de uma fila de opiniões: a avó que diz para esperar, a professora que sinalizou, o pediatra que pediu calma, a internet que assustou. O trabalho começa antes da terapia — começa em separar o que é variação normal do desenvolvimento do que precisa de intervenção.
O atendimento é individual, do início ao fim com a mesma profissional. Sem rodízio de estagiários, sem sala compartilhada, sem sessão de trinta minutos que vira vinte.
O que os pais perguntam antes de marcar
Com que idade é cedo demais para levar ao fonoaudiólogo?
Não existe cedo demais. Existe tarde. A avaliação pode ser feita desde os primeiros meses de vida — nessa fase ela olha sucção, mamada, resposta ao som e intenção de se comunicar. Levar cedo e ouvir “está tudo dentro do esperado” custa uma consulta; esperar dois anos para descobrir que não estava custa dois anos.
Meu filho entende tudo, só não fala. Isso é problema?
Compreender e produzir são habilidades diferentes, e a distância entre as duas é justamente um dos sinais que a avaliação investiga. Entender tudo é um bom prognóstico — não é motivo para não avaliar.
Quanto tempo dura o tratamento?
Depende do que a avaliação encontrar, da idade e da participação da família nas orientações de casa. Uma troca de sons isolada em criança de cinco anos segue um caminho; um atraso de linguagem com outras questões associadas segue outro. Na devolutiva você recebe uma estimativa e a data de reavaliação — e ela é revista com você, não empurrada indefinidamente.
Preciso de encaminhamento do pediatra?
Não. A família pode procurar a fonoaudióloga diretamente. Se houver relatório do pediatra, da escola, do neuropediatra ou do otorrino, leve — encurta caminho.
E se a criança não colaborar na sessão?
Criança não colabora com prova; colabora com brincadeira. A avaliação e a terapia infantil acontecem no chão, no jogo, na história — o que parece brincadeira tem objetivo terapêutico definido para aquela sessão.
Atende convênio?
Atendimento particular, com recibo para reembolso
Consultório em Patamares, Salvador
Sala preparada para criança: material próprio de avaliação, espaço para brincar no chão e lugar para o acompanhante esperar sem barulho.
Atendimento
Endereço: R. Bicuíba, 55 – Casa Viva – Patamares, Salvador – BA, 41680-050
WhatsApp: (71) 9.9129.1768
Horários: Segunda a Sexta Feira
A dúvida não some sozinha. O tempo, sim.
Mande a queixa por WhatsApp. Você recebe uma resposta da própria Kenia sobre o que fazer a seguir.
(71) 9.9129.1768Conteúdo de caráter informativo. Não substitui avaliação individual. Resultados variam conforme o quadro, a idade e a adesão ao tratamento.